"Assim como na minha agenda, no meu coração sempre estará marcado. E guardado!" -

Quando a solidão vier,
Farei um brigadeiro e pegarei uma colher,  a vida vai sorrir, a chuva vai cair e eu ficarei aqui com meu brigadeiro de colher… Quer?  Eu tenho mais uma colher ;)  
-aiaiai
#cool #brigadeiro #night #instalike

Quando a solidão vier,
Farei um brigadeiro e pegarei uma colher, a vida vai sorrir, a chuva vai cair e eu ficarei aqui com meu brigadeiro de colher… Quer? Eu tenho mais uma colher ;)
-aiaiai
#cool #brigadeiro #night #instalike

"

Ontem pude ver as nuvens trazerem para mim a lua,
pude presenciar ela me chamando à abrir a janela
pude ouvir meu coração pedindo
pedindo emoção
pedindo desapego
pedindo um sossego
longe do seu coração.

Hoje olhei no relógio
e pelo horário
era a hora do sol chegar,
mas ele não veio,
mesmo assim,
deixei a janela aberta
sentei ao lado dela
a esperar as voltas que o mundo dá.
Para o mesmo sol em minha janela apontar
ou quem sabe um novo despertar
pode ser o meu
pode ser, talvez, o seu
ou quem sabe pode ser até a lua
minha eterna companheira
se ela assim,
desejar ficar.

" - F. Sausmickat

Ele parecia não saber mais o que estava fazendo, parecia não saber o que fazer, então, apenas deitou-se na grama a encarar o céu. As nuvens iam passando adiante dos seus olhos e ele tentava brincar com os formatos, como na sua infância. Não era mais uma criança, mas estava se sentindo uma por estar com o olhar triste, um choro descontrolado como quando não lhe deram chocolate ou quando perdera sua bola.
Ele contemplava o céu esperando que este lhe mandasse algo a mudar sua vida, algo que te tirasse daquele mundo ou apenas daquela situação em que se encontrava. Depois de algum momento deitado, com a cabeça tocando a palma de suas mãos com os dedos entrelaçados, ele ver algo caindo em sua direção, é algo muito pequeno e vai caindo devagar, de acordo com que ia se aproximando seu tamanho ia aumentado e ainda em queda começa a inchar-se soltando várias pétalas e em meio à tal fenômeno se transforma em uma flor, linda, com um pendulo central, continuando a cair, em giros à sua direção. Quando a flor fica a poucos metros de si, o pendulo começa abrir-se e o que parece ser uma lâmina ganha velocidade e antes que ele pudesse se mover a lâmina atinge seu coração. Ia sangrando e seguindo do desespero, agora arrependido por ter desejado algo novo em sua vida, tenta retirar a lâmina, realmente era muito afiada e doía muito mais enquanto retirava. Ao conseguir retirar, enquanto descia a mão junto ao corpo, percebe que toda plantação em sua volta está morta e nesse período o ferimento para de doer e de sangrar, mas ainda resta a cicatriz, esta não dói mais, porém, tornou-se uma região sensível ao toque e ao olhar. Levantou-se, retirou a camisa suja de sangue envolveu-a na lâmina e levou para sua casa e a guardou, assim mesmo, suja de sangue, em um memorial, com mais algumas lâminas, aquela não tinha sido a única, só tinha sido diferente e com certeza a cicatriz era a maior que iria carregar. Mais uma vez olhou seu arsenal e deitou-se na esperança de conseguir dormir sem que seus sonhos o viessem atormentar.

- F. Sausmickat

fu-gere-urbem ASKED:
Oi oi oi oi oi oi *-*

oii oii oii oii  <3  eu te amo mana, sabia??

"

DESMANCHE-ME-TE-A


E eu acabo me preocupando por você
E eu me desmancho, todas as noites, por você
Eu acordo com você na cabeça e com os detalhes do perfume que acordara ao meu lado a gravar-te em minh’alma
E eu te amo e o tempo é curto com você
E eu te amo e o tempo parece longo sem você
E eu te amo e mundo parece não girar
Ele roda pra algum lugar
Bem distante de você
você anda em algum lugar
distante de um nós
distante de me querer
de querer ter você
E eu me re-monto
montando-me com seus pequenos detalhes
montando-me com o que sobrou
re-montando a alma que acesa está
e dificilmente se apaga
dificilmente derrete
mas de paixão derrete ao te ver
ao imaginar você
ao longe imaginar-te-me com você
em algum lugar onde não imaginas que possa ter-me só pra você.
E eu fico imaginando um querer. De você.

" - Frankli Sausmickat

"Era rústico, tornou-se feroz. Completou-se-lhe o deserto.
Era isolamento, tornou-se vácuo.
Quando há duas criaturas, a vida é possível.
Havendo uma só, parece que nem se pode arrastá-la.
Renuncia-se a ela.
É a primeira forma de desespero.
Mais tarde compreende-se que o dever é uma série de aceites.
Contempla-se a morte, contempla-se a vida, consente-se na última.
Mas é um consentimento que sangra." - Trabalhadores do mar (Vitor Hugo)

Procura-se Sonhador (prefácio) 

   
   Deco esperava ansiosamente a noite para poder sonhar, a insônia o dava mais certeza que seu subconsciente estava lhe preparando uma boa aventura. Mal sabia ele que seria mais que um sonho, seriam os próximos capítulos de sua vida.

   "Queria mergulhar nas profundezas da morte e boiar, ser acordado por outra boca, sentindo-a reviver-me de dentro para fora. Aos poucos!”
Era o pensamento intrigante e grudento que acordara com ele após, o sonho da noite anterior.
A medida que se levantava da cama, ainda sem muita disposição, ia relembrando do sonho. No espelho do banheiro podia ter certeza que o que via não era sua imagem refletida, mas sim, flashes do seu sonho, aos poucos se encaixando, como num quebra cabeça. Apenas encaixando as imagens, mas ainda, todas sem sentido algum, foi um confuso e belo sonho e não queria esquecê-lo, e… não iria.
No caminho para escola, sentia sua respiração diferente, e estava, sua mente tava tão concentrada em relacionar o pensamento que restara da noite com o sonho, que nem se preocupava em trabalhar com o resto do corpo.
     - Não faz sentido, não tem… - discutia ele consigo.

     Há alguns metros de si ele enxerga um lago, tem um bebê deitado no pier, um recém nascido. O céu está lindo, com uma boa quantidade de nuvens bem alvas, mas sem ocultar os lindos tons azulados superiores às nuvens; o bebê estranhamente encara o céu com uma feição de interessante, Deco, olha para o céu, e mesmo tendo problemas em identificar cores, ele tem certeza que nunca viu um céu tão azul e tão lindo. Ele não se lembra de como foi parar ali e nem chega a se perguntar o fato de um bebê também estar ali, sem ninguém por perto. Estranhamente, o bebê se levanta e começa a caminhar no pier que se estende até o meio do lago. Pela claridade das águas nota-se que o lago é muito profundo e ao redor do lago, nas margens, várias árvores, altas, se estendem, quando Deco olha em direção a margem que circunda todo lago, chega ter a impressão de que o mundo é só aquilo: o lago profundo, as árvores, o pier, o bebê e ele.
    O bebê pula dentro do lago, Deco corre em direção a borda do pier para poder ver, e a medida que o bebê vai mergulhando em direção as profundezas ele vai crescendo, aos poucos, ganhar o corpo de um adolescente. Deco se assusta quando ver a imagem de alguém já no fundo do lago, quando ele força um pouquinho mais pra ver melhor, se espanta, sente um tremendo arrepio e um pouco de medo ao notar que o que está no fundo do lago, ao qual o bebê mergulha a encontro, é a morte. Agora não é mais um bebê já está adulto e este, passa pela morte, vira-se e deixa escapar pela boca o que aparenta ser os últimos fôlegos que ainda o restavam. Agora o “Estranho”, atualmente adulto, começa a flutuar, todo o lago, o pier, as arvores, até o céu azulado desaparecem, estão no nada, literalmente no nada. A respiração fica difícil e ao longe Deco começa a perceber algumas massas estranhas surgindo, aos poucos tem certeza de que são estrelas. Estão no nada, preenchido por um espaço vazio a ser tomado por longas camadas estrelares. O “estranho” ainda estar a flutuar, e antes que massas estrelas preenchem todo o lugar, uma enorme e estranha onda começa a surgir do nada, e os jogam para as margens de uma praia. Deco não se molha, continuou na mesma posição, o único que realmente sofreu alterações foi o “Estranho”, mas para este, parece não ter mais esperança. Tudo fica escuro e, depois de algum tempo, o que ele ver, ou melhor sente, é uma boca com lábios macios e quentes - podia jurar que também eram lindos se os conseguissem ver - se aproximando de sua boca, tocando seus lábios e joga e impulsionando um ar adentro por sua boca, e logo em seguida desaparece. Aos poucos o ar vai percorrendo seus pulmões, fazendo seu coração criar uma energia, agora, muito forte e totalmente nova, algo que ele nunca sentira. Ao compasso que seu coração vai voltando a ganhar ritmo de trabalho, sua mente fica mais clara, ele começa retomar a visão de onde está, e em resposta ao funcionamento retomado de seu corpo, joga para fora o carbono resultante da conversão de um estranho oxigênio que o fora lançado a dentro. Deco entende, ele era, o tempo todo, aquele bebê do pier, e quando ele começa novamente a contemplar o mesmo céu que vira, quando ainda se encontrava no lago, porém agora, ainda mais bonito…
     - Dormindo nas minhas aulas novamente? - a professora o acorda com uma sacudida nos ombros - quero ver o seu relatório na próxima aula… - ela se vira para o restante da classe e conclui - Estão dispensados!

     Poderia justificar que os relatos a seguir, não tem nenhum vínculo real, porém, eu estaria mentindo, porque sonhar, imaginar, caro leitor, é real, e devo adiantar que Deco pode ter demorado um pouco demasiado para descobrir isso. Ou não!
     Sonhos são basicamente um projeção do que vivemos e, ou, que desejamos. Muitas vezes costumamos ignorar algumas imaginações, alguns sonhos, e outros mentalizamos e de alguma forma similia-se à reais, então se tornam. Tudo está conectado e sonhar é uma experiência mais divina do que você possa imaginar, talvez algum dia imagine, mas por hora, quero alertá-lo que o chamado pesadelos também são sonhos, uma experiência ruim, claro, mas cabe você saber encará-lo. Nosso subconsciente está inteiramente conectado com tudo, com nosso consciente, com nossas ações, aliás, nossas ações podem influenciá-lo, mas toda nossa força está bem aqui: Na nossa mente; ela nos liga à um mundo inimaginável, porém real, se o fizermos ser.
Antes de prosseguir, saiba que só estou contando isso porque de fato, Deco, foi o melhor, se não o maior, sonhador que já conheci.
         

            Quão profundo você já foi em seu sonho?